🌽 Doenças foliares elevam alerta nas lavouras de milho safrinha e exigem manejo antecipado
O avanço das doenças foliares tem acendido um sinal de alerta entre produtores de milho safrinha em diversas regiões agrícolas do Brasil. Entre os principais desafios enfrentados nesta temporada está a mancha-de-bipolaris, enfermidade que vem ganhando espaço nas lavouras e preocupando técnicos e agricultores devido ao seu alto potencial de impacto na produtividade.
Impulsionada por condições climáticas favoráveis e pela expansão da área cultivada na segunda safra, a doença encontra ambiente propício para se disseminar rapidamente. A presença prolongada de umidade e temperaturas adequadas contribui para o desenvolvimento do fungo, aumentando o risco de perdas expressivas caso o controle não seja realizado de forma eficiente.
Diante desse cenário, produtores têm intensificado estratégias de manejo preventivo, priorizando o monitoramento constante das lavouras e antecipando aplicações de fungicidas. O uso de tecnologias mais modernas e produtos de maior eficiência tem se tornado uma prática cada vez mais comum, refletindo a preocupação em preservar o potencial produtivo das plantas.
Especialistas destacam que o sucesso no controle das doenças foliares depende principalmente da rapidez na tomada de decisão. Aplicações realizadas ainda nas fases iniciais do desenvolvimento do milho são consideradas fundamentais para evitar danos irreversíveis, já que infecções precoces podem comprometer o enchimento dos grãos e reduzir o rendimento final da safra.
Com a importância crescente do milho safrinha para o abastecimento interno e exportações brasileiras, o manejo sanitário das lavouras passa a ser um fator decisivo para garantir estabilidade produtiva e segurança econômica ao produtor rural.
Fonte: Portal Folha Agrícola (adaptado)








